Minha jornada com a computação em nuvem começou com uma mudança fundamental de perspectiva: passei de pensar em "servidores" para pensar em "serviços".
Deixei para trás a era do upload manual de arquivos via FTP para abraçar a automação, a escalabilidade e a flexibilidade que a nuvem oferece.
Meus primeiros passos foram no mundo da Infraestrutura como Serviço (IaaS), utilizando plataformas como AWS (Amazon Web Services) e Google Cloud Platform (GCP).
Ali, aprendi a provisionar servidores virtuais (EC2, Compute Engine), configurar redes seguras (VPCs), balanceadores de carga e a gerenciar o sistema operacional do zero.
Essa base me deu um entendimento sólido sobre os fundamentos que sustentam a web.
Com o tempo, minha experiência evoluiu para Plataformas como Serviço (PaaS), onde pude focar mais no código e menos na infraestrutura.
Utilizando ferramentas como Firebase Hosting, Vercel e Netlify, tornei-me proficiente em criar pipelines de CI/CD (Integração e Entrega Contínua).
Hoje, para mim, é natural que um git push para um repositório dispare testes automáticos e o deploy de uma aplicação para uma rede de distribuição global (CDN), garantindo performance e agilidade.
No meu dia a dia de desenvolvimento, utilizo ativamente serviços de nuvem para otimizar minhas aplicações.
Faço uso de armazenamento de objetos como o AWS S3 ou Google Cloud Storage para gerenciar assets de forma eficiente e escalável.
Para o back-end em PHP e Python, tenho experiência com bancos de dados gerenciados, como o RDS da AWS, que eliminam a complexidade da manutenção e garantem alta disponibilidade.
Para mim, a nuvem não é apenas um lugar para hospedar sites; é um ecossistema que habilita a inovação.
Minha base em redes me permite arquitetar soluções seguras e performáticas, e minha experiência como Full Stack me capacita a escolher os serviços certos — seja uma máquina virtual, uma função serverless ou uma plataforma gerenciada — para transformar os requisitos de
um projeto em uma solução real, escalável e resiliente.